[EXÉRCITO] Departamento de Engenharia do Exército aposta em BI

Caro, quem ingressar na área militar já sabe o que vai encontrar, BI na veia!!!.

É isso ai, o nosso Exército Brasileiro também está com uma experiência em BI, leia  a reportagem.

Fonte: It Web


O Departamento de Engenharia e Construção (DEC), órgão de direção setorial do Exército Brasileiro, atua não apenas em obras para a instituição, mas também provê serviços a para sociedade e outras entidades públicas e privadas. Para se ter uma ideia, neste momento, a entidade trabalha em uma centena de empreendimentos distribuídos por todo território nacional. Operando de maneira quase auto-suficiente, a unidade resolveu adotar uma ferramenta de Business Intelligence (BI) para melhorar o controle sobre sua gestão com a ferramenta contribuindo para o controle financeiro e orçamentário.

A entidade enfrentava o desafio de juntar informações estruturadas e não-estruturadas disponíveis e distribuídas em vários locais. "Esses dados nos eram úteis, mas, ao mesmo tempo, a alta direção não tinha visibilidade dos cenários que eles mostravam", explica João Rufino de Sales, chefe da assessoria em tecnologia da informação do DEC, que completa: "Toda vez que eles precisavam acessá-las para tomar uma decisão era necessário recorrer a alguém".

O problema residia no fato de que as informações capturadas manualmente resultavam em relatório elaborado em planilhas orçamentárias com mais de 100 abas, dificuldade no gerenciamento e manuseio de informações estáticas e centralizadas, limitações na apresentação de gráficos para análise e morosidade nas reuniões de acompanhamento.

No segundo semestre de 2009 a empresa começou a estudar ferramentas de BI. Escolheu uma solução da Microstrategy. "No Exército, quem fornece a linha mestra das ações de TI é o departamento de Ciência e Tecnologia. Ele diz qual padrão deve ser seguido e quais as melhores práticas a serem utilizadas", explica Sales, sinalizando que a escolha suportou-se em linhas já adotadas pela corporação.

A solução começou a rodar no final do ano passado. O processo ganhou agilidade. Os dados constantes na planilha eram de uma semana a menos da data da tomada de decisão. Hoje existe uma base corporativa de informações atualizadas diariamente. A demanda pela análise também aumentou. Mas, agora, os gestores podem acessar diretamente e tirar conclusões mais precisas com a tecnologia. Segundo o executivo, o projeto se pagou nos primeiros quatro meses de funcionamento. "O investimento foi pequeno para um retorno rápido", dimensiona.

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Sobre Grimaldo Oliveira

Mestre pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB) no Curso de Mestrado Profissional Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação (GESTEC) com o projeto “GESMOODLE – Ferramenta de acompanhamento do aluno de graduação, no ambiente virtual de aprendizagem(MOODLE), no contexto da UNEB“. Possui também Especialização em Análise de Sistemas pela Faculdade Visconde de Cairu e Bacharelado em Estatística pela Universidade Federal da Bahia. Atua profissionalmente como consultor há mais de 15 anos nas áreas de Data Warehouse, Mineração de Dados, Ferramentas de Tomada de Decisão e Estatística. Atualmente é editor do blog BI com Vatapá. Livro: BI COMO DEVE SER - www.bicomodeveser.com.br

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