quarta-feira, 22 de maio de 2013

[SAIBA TUDO] Por dentro do big data

Fonte:Decision Report


O termo big data ganha cada vez mais notoriedade entre as empresas em todo o mundo. Segundo o Gartner, até 2015, cerca de 20% das mil maiores companhias globais terão estratégias focadas na estrutura de informação. Mas, de acordo com Diógenes do Espírito Santo, arquiteto de soluções da Teradata, antes de adotar as tecnologias de análise, é preciso conhecer os formatos de dados mais significativos para os negócios.

Para o especialista, os chamados dados multiestruturados são formados pelos dados estruturados, semi-estruturados e não estruturados, cada um com características e origens próprias:

Com formatação simples, os dados estruturados são encontrados mais facilmente por meio da base de dados relacionados dentro das empresas e podem ser extraídos diretamente para data warehouses. Esses dados são gerados a partir de informações e operações internas como nos setores administrativos, por exemplo, e em desktops e programas corporativos, sem a interferência da mobilidade.

Os dados semi-estruturados, possuem certo grau de estrutura, podem ser identificados com frameworks de linguagem computacional mais avançada do que as tradicionais SQLs. Constituem dados provenientes de logins web e informações de GPS.

Já os dados não estruturados não possuem nenhum tipo de formatação e necessitam de soluções especificas para serem trabalhados. Na categoria, encaixam-se vídeos, músicas, textos, mídias sociais e qualquer outro dado criado por dispositivos web, como smartphones, tablets e notebooks.

“As informações extraídas por meio do big data abrangem todos os formatos de dados, mas para isso é preciso adotar as ferramentas certas”, afirma Diógenes do Espírito Santo. Para os estruturados, já existe soluções consolidadas, a base de dados relacionados e os data warehouses, podendo ser utilizados dentro dos ambientes corporativos de maneira mais simples em comparação aos outros processos de análise, aponta o arquiteto.

Os dados semi e não estruturados necessitaram da criação de uma linguagem específica para suprir a falta de formatação. Segundo Santo, a linguagem SQL não é efetiva para realizar a análise e identificação das informações, por isso o Google desenvolveu o MapsReduce, capaz de quebrar os dados em pequenos pedaços e realinhá-los de maneira estruturada. Em contrapartida, essa solução é muito complexa, exigindo conhecimentos avançados em linguagem computacional.

“Para as empresas tirarem melhor proveito dessa nova tendência, as tecnologias de big data analytics, management e data warehouse precisam conversar entre si. O grande diferencial de disponibilizá-las de forma unificada é permitir a comunicação nativa de uma para outra, evitando erros e atrasos de operações de análise devido à incompatibilidade de sistemas”, diz o especialista.

De acordo com Diógenes, os dados multiestruturados ajudam as companhias a obter mais assertividade nas tomadas de decisões, melhorar o atendimento aos consumidores, identificar quais iniciativas irão aprimorar os negócios e adquirir valor agregado. “Todos os segmentos de mercado podem tirar proveito do big data, mas é preciso ter consciência e procurar informações sobre como as tecnologias podem realmente ajudar cada empresa”, conclui.

sábado, 18 de maio de 2013

[CRESCIMENTO] Gartner diz que o faturamento mundial de software de BI deve crescer 7% em 2013

Fonte: SEGS

O universo de BI e analíticos será discutido durante a Conferência BI e Gestão da Informação, que está com desconto especial de R$775,00 para inscrições antecipadas, até 3 de maio
Segundo o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, o faturamento mundial de software de Business Intelligence deve alcançar US$ 13,8 bilhões, em 2013, um aumento de 7% em relação a 2012. O mercado deve chegar aos US$ 17,1 bilhões, em 2016. De olho na importância do crescimento de BI e analíticos para os negócios das empresas, o Gartner realiza, nos dias 4 e 5 de junho, a Conferência Gartner BI e Gestão da Informação, no Sheraton São Paulo WTC Hotel. 
“BI e analíticos têm crescido para se tornarem o quarto maior segmento de aplicações de software, na medida em que os usuários finais continuam priorizando os projetos focados em BI/informação e os gastos para aprimorar as tomadas de decisão e análises. Como o volume de informações geradas é cada vez maior, os modelos de negócios precisam se reinventar e, obviamente, dominar analíticos em grandes volumes de dados será um fator-chave para o próximo ciclo econômico”, analisa João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner e chairman da Conferência Gartner BI e Gestão da Informação.
A inclinação dos CIOs por BI é complementada por aquisições mais táticas em unidades de negócio para análises de departamentos e grupos de trabalho, bem como para o BI pessoal, possibilitado pelo Nexus das Forças (Nuvem, Mobilidade, Redes Sociais e Informação). Esses são fatores determinantes, porém, a curto prazo, o crescimento será prejudicado por macroindicadores lentos e pela desaceleração dos ciclos de vendas multimilionários de negócios de BI. Comparando-se ao crescimento de 16%, em 2011, 2013 e os próximos anos devem ser mais lentos, com acréscimo de apenas um dígito. 
“Embora esse seja um mercado maduro e uma prioridade dos CIOs durante anos, ainda há muitas demandas não atendidas. Toda empresa tem inúmeras áreas, como RH e marketing, que ainda precisam trabalhar com BI e analíticos. Os analíticos descritivos foram, praticamente, concluídos para a maioria das grandes companhias em áreas tradicionais, como Financeira e de Vendas. Mas, ainda, há um crescimento esperado para implantações diagnósticas, preditivas e prescritivas. Uma vez que muitas empresas de médio porte não iniciaram suas iniciativas de BI e analíticos, esperamos que o mercado para essas plataformas continue crescendo rapidamente”, explica Tapadinhas. 
A tendência emergente de dados como serviço poderia ampliar significativamente o mercado para plataformas de BI e analíticos. Atualmente, o modelo de negócios é amplamente impulsionado nas capacidades de licença de software das empresas para construir aplicações analíticas. Porém, as empresas vão assinar, cada vez mais, serviços de dados para indústrias específicas, que agrupam um conjunto restrito de dados com capacidades analíticas e de BI embutidas. Com o tempo, a maioria das companhias, independente do seu modelo de negócios, precisará fornecer uma oferta de dados como serviço. Portanto, esta tendência tem potencial de crescimento, na medida em que vários fornecedores procuram incorporar recursos de software de um provedor de plataforma de BI e analíticos em suas ofertas de dados como serviço.
As inscrições para o evento podem ser feitas pelo e-mail bras...@gartner.com, pelo site www.gartner.com/br/bi ou pelo telefone (11) 5632-3109. Até o dia 3 de maio, é possível obter desconto de R$ 775,00. 
Anote em sua agenda - Conferência Gartner BI e Gestão da Informação
Datas: 4 e 5 de junho (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551
Horário: a partir das 8h
Nas mídias sociais:
Hashtag #GartnerBR
Facebook: www.facebook.com/GartnerSummitsBrazil
Twitter: www.twitter.com/gartnersummitBR

terça-feira, 14 de maio de 2013

[CURSO] Modelagem de Dados para DW - Terceira Turma


É com satisfação que informamos a realização da NOVA TURMA do Curso MODELAGEM DE DADOS PARA DATA WAREHOUSE, conforme programação abaixo:
  • Período de realização:              de 20 a 23 de maio de 2013
  • Horário:                                     das 18:00 às 22:00h
  • Local:                                        Sede do iQuali. Av Tancredo Neves, 805, Ed Espaço Empresarial, sala 1104. (mesmo prédio da Copyart).
  • Tel. 3341-8129
  • Site:http://www.iquali.com.br/cursos/extensao/modelagem-de-dados-para-data-warehouse
Agradecemos o envio das Fichas de Inscrições.
Porém, para efetivação de matrícula necessitamos:

01- Documentos necessários:
1. Cópia do RG e CPF
2. Ficha de inscrição preenchida e assinada
3. Pagamento da taxa de inscrição
02- Investimento:
  • R$ 490,00, à vista (dinheiro ou cheque).
  • ou duas parcelas de R$ 270,00, no cartão de crédito.
Solicitamos enviar-nos, por e-mail, cópia dos documentos e do comprovante de pagamento, para efetivação de sua matrícula.

Nosso Instrutor: Prof. Grimaldo Lopes. Graduado em Estatística pela Universidade Federal da Bahia. Especialista na Área de Mineração de Dados/BI, pela Faculdade Visconde de Cairu. Trabalha com BI desde 2003, iniciando com projetos de BI fora da Bahia, mais especificamente no Mato Grosso e no Maranhão, onde adquiriu know-how para um grande projeto na Secretaria de Administração da Bahia. Após a conclusão destes projetos, foi convidado pela PRODEB (Companhia de Processamento de Dados da Bahia) para criar nesta empresa a área de BI. Atualmente trabalha com Data Warehouse na PRODEB e presta consultoria para diversas Secretarias do Governo do Estado da Bahia. Também é mestrando em Gestão e Tecnologia Aplicadas à Educação (Gestec), pela Universidade do Estado da Bahia e editor do blogBIcomVatapa.blogspot.com

Metodologia: Teoria e Prática em Sala de Aula envolvendo os seguintes tópicos: Preparação dos Dados, Problemática geral da preparação de dados, Modelagem Multidimensional (Dimensões e Fatos), tipos de dimensões, como criar a modelagem de dados em um banco relacional, consultas analíticas em um Data Warehouse (OLAP), exibição de análises em cubos OLAP. Modelagem de Dados de um BI para um HOTEL . Ferramenta SQL SERVER 2000. Banco de Dados Multidimensional: ANALYSIS SERVICE 2000.

Certificação: O certificado de conclusão do curso de extensão será emitido pelo Instituto de Qualificação Profissional (iQuali), para aqueles que obtiverem frequência mínima de 75% da carga horária do curso.
Ressaltamos que o curso pode não ser realizado não não tivermos o número mínimo de efetivação da matrícula.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

[SAÚDE] Benner lança solução de Business Intelligence para área da Saúde

Fonte: MetaAnálise


PINS realiza a extração e análise de dados com base em indicadores específicos da área.
A Benner, fornecedora de software de gestão, lançou o Portal de Inteligência de Negócios em Saúde (PINS), baseado em uma plataforma de Business Intelligence.
A solução integra e organiza dados de gestão em saúde da empresa para facilitar o acesso às informações e permitir a extração de relatórios que apoiem as análises gerenciais e tomadas de decisão.
O PINS funciona como um módulo integrado ao Benner Saúde, o Sistema de Gestão de Operadoras de Saúde Suplementar, ou outros sistemas de mercado e pode ser acessado via web e a partir de dispositivos móveis.
Ele permite extrair de forma otimizada os dados provenientes de diversas fontes e realizar análises em vários níveis, inclusive subdivididas por tema, como utilização; movimentação de carteira; sinistralidade; internações e autorizações, por exemplo. Além disso, permite a criação de dashboards personalizados e a simulação de cenários.
“O PINS é uma ferramenta muito versátil que possibilita às operadoras realizar análises importantes como por exemplo a avaliação do desempenho dos profissionais e indicadores de satisfação dos clientes, que inclusive ajudam a posicionar a operadora de saúde no ranking da ANS”, afirma Celso Lara,  diretor da área de inovação da Benner.
Com o PINS a Benner espera incrementar em 8% a receita obtida com a venda de licença de software, já que o Portal também funciona de modo integrado ao Benner Saúde. “Com este produto agregamos um grande diferencial que nos favorecerá em concorrências de soluções de gestão para operadoras”, finaliza Lara.
O Portal de Inteligência de Negócios em Saúde
O PINS está estruturado a partir de ferramentas que possibilitam a extração de dados a partir do sistema de gestão da Benner ou de qualquer outro sistema. Esses dados são armazenados em um Data Warehouse e podem ser transformados em informações estratégicas por meio de uma estrutura analítica.
As informações são exibidas por meio de uma interface que permite a visualização de tabelas, gráficos e indicadores de forma transparente para o usuário. O acesso às informações críticas do negócio também pode ser feito através de dispositivos móveis.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

[PEQUENAS EMPRESAS] Business Intelligence para pequenas empresas

Fonte: SEGS


De acordo com dados do IBGE, as pequenas e médias empresas são responsáveis por 20% da riqueza produzida no país. Isso significa algo em torno de 700 bilhões de dólares. Além disso, 60% dos empregos no Brasil são gerados pelas pequenas e médias empresas. Inserir as ferramentas de Business Intelligence neste nicho pode influenciar muito a economia do País! 
Entretanto, muita gente ainda vê o Business Intelligence como algo distante, que só serve para as grandes empresas. Mas essa é uma visão equivocada. Na verdade o BI é uma ferramenta que pode ser adaptada para o tamanho de qualquer empresa.
Uma pesquisa realizada pela ComputerWorld Brasil, em 2010, mostrou que na América Latina foram investidos cerca de 504 milhões de dólares em BI, sendo que metade dessa quantia veio para o Brasil. Segundo a consultoria IDC, em pesquisa do mesmo ano, as pequenas e médias empresas já estavam optando por essa solução, mas utilizando versões mais simples. Ou seja, pode-se afirmar que implementação do BI nestas empresas é apontada como responsável por diversos resultados positivos, entre eles: redução de custos, melhoria de processos e aumento da retenção de clientes. 
Mas se ainda assim você não está convencido, proponho que imagine a seguinte situação: uma rede de três mercadinhos que precisa saber quais são os produtos mais vendidos no começo do mês (momento de mais compra pelos consumidores em virtude do recebimento do salário). Essa informação é muito importante e interfere automaticamente no departamento de compras, logística, estoque e até na exposição dos produtos na loja e o gestor precisa tomar uma decisão rapidamente para atender bem e não ficar sem produtos ou ficar com muitos produtos que não vendem em estoque. E é aí que entra o BI para resolver isso tudo.
Um sistema de Business Intelligence ajuda na tomada de decisão e as possibilidades são muito maiores do que acabei de citar. Com as métricas e os KPIs corretos é possível enxergar e entender melhor o cenário de atuação de qualquer empresa seja grande ou pequena e como agir de maneira correta e assertiva.
Uma pequena fábrica de sapatos, por exemplo, precisa saber quais são os clientes que mais compram sapatos masculinos bico fino na região Sudeste? Quais os modelos mais vendidos de sandálias para o Nordeste e quanto isso representa das vendas totais da empresa? As respostas dessas perguntas influenciam na elaboração da próxima coleção e se a empresa não tem isso nas mãos fica muito complicado decidir e garantir sucesso. 
Podem ser perguntas simples, mas difíceis de serem respondidas em um primeiro momento. Estas informações, no entanto, podem gerar insights valiosíssimos para a sua pequena empresa, capazes de gerar uma economia de tempo e custos. E ainda pode e deve influenciar na estratégia de vendas dos seus produtos ou serviços.
E isso tudo já pode ser acessado pelo tablet ou smartphone do dono da empresa. Com uma ferramenta de BI móvel é possível acessar, analisar e cruzar dados estando em qualquer lugar. 
Enfim, as possibilidades de utilização do Business Intelligence são inúmeras. Será que não é isso o que está faltando para a sua pequena ou média empresa crescer cada vez mais?
* Por Marcos Abellón, diretor geral da W5 Solutions – empresa especializada em soluções de Business Intelligence.

domingo, 5 de maio de 2013

[ATENÇÃO] Gartner alerta para a necessidade de ampliação do BI

Fonte:Decision Report



De acordo com o Gartner, Business Intelligence e analíticos precisam ser ampliados para apoiar o grande crescimento das fontes de dados. Os líderes de BI precisam adotar uma ampla gama de ativos de informação para ajudar as empresas a investirem em uma plataforma com a arquitetura certa da solução. João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner e chairman da conferência. 

Segundo João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner, os novos insights de negócios e as tomadas de decisão aprimoradas são os principais benefícios conquistados, caso as informações tenham como origem a crescente variedade das fontes de dados, de dentro ou fora das empresas. Os diferentes fornecedores de tecnologia, especialmente os de nicho, estão correndo para esse mercado, provendo a capacidade de alcançar esta base mais ampla de informação, com o objetivo de tornar as decisões operacionais mais sólidas e estratégicas.

De acordo com o Gartner em 2015, cerca de 65% dos pacotes de aplicações com analíticos avançados terão Hadoop embutido. E no mesmo ano 30% dos projetos analíticos vão entregar insights com base em dados estruturados e não estruturados. Já em 2016, cerca 70% dos fornecedores de BI líderes terão incorporado habilidades de compreensão de linguagem e fala.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

[INVESTIMENTO] Empresas investem em Business Intelligence

Fonte: WBA





Desde o ano passado, as ações publicitárias chegam a tablets e smartphones. As agências especializadas se depararam com uma nova maneira de atingir o consumidor e passaram a investir em ações que implicassem no engajamento do internauta. Para isso, o foco no desenvolvimento online passou a ser a produção de campanhas objetivas, que provoquem sensações e causem impacto.

Diariamente são lançadas na internet infinitas informações, reclamações e opiniões dos consumidores. Estes dados são valiosos para as empresas acompanharem o comportamento dos internautas na rede, com o objetivo de saber o que desejam e o que buscam no mercado. Para isso, as empresas têm investido em Business Intelligence.

Com uma base de dados atualizada em tempo real, o B.I (Business intelligence) fica responsável por coletar, analisar e recomendar a tomada de decisões dentro de uma campanha do cliente. As soluções de B.I tornam as ações de branding ou performance mais assertivas com foco total no negócio do cliente, agregando inteligência estratégica junto com as informações dos concorrentes e segmentações de mercado.

Por meio desse processo, as empresas podem traçar o perfil de seus consumidores, manter-se atualizadas com as tendências de seu segmento e do comportamento do seu público, elaborar planos e estratégias, além de tomar decisões rápidas dentro de campanhas e ações, assim aumentando a eficiência de entrega e engajamento com seu público e muitas vezes antecipam as ações do concorrente.

“Ele organiza e produz uma análise minuciosa de todos os indicadores de sucesso, visando gerar insights e estratégias para os negócios. Com a rapidez da internet e com o volume de informações no mundo digital é preciso estar atento a tudo o que é mencionado na rede”, conclui Michelle Matsumoto, presidente da One Digital.

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